- A participação em um dos principais encontros globais de financiamento ao desenvolvimento reforça o crescente reconhecimento internacional do papel estratégico do Brasil na segurança alimentar global
- A transmissão ao vivo do evento estará disponível a partir das 13h (horário do Leste dos EUA) do dia 12 de março de 2026
MANAUS, Brasil, 04 de março de 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Brazil Potash Corp. (“Brazil Potash” ou a “Companhia”) (NYSE-American: GRO), empresa de exploração e desenvolvimento mineral com um projeto estratégico de mineração de potássio, o Projeto Potássio Autazes, anunciou hoje que o CEO Matt Simpson, foi convidado a participar como palestrante no Painel de Segurança Alimentar Global durante a próxima Reunião Anual de Governadores (AGM) do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que será realizada em Assunção, no Paraguai.
A Reunião Anual do Conselho de Governadores do BID é um dos mais relevantes encontros do financiamento internacional ao desenvolvimento, reunindo delegações dos 48 países-membros do BID — incluindo diversos Ministros da Fazenda — além de representantes de alto nível de outros importantes bancos multilaterais de desenvolvimento, agências de crédito à exportação (“ECAs”), instituições de financiamento ao desenvolvimento (“DFIs”) e líderes empresariais do setor privado, banqueiros e investidores de todo o mundo. A inclusão da Brazil Potash no Painel de Segurança Alimentar Global reflete o crescente reconhecimento internacional do papel crítico da produção doméstica de potássio para assegurar a posição do Brasil como um dos principais exportadores agrícolas do mundo.
“Ser convidado para falar na Reunião Anual de Governadores do BID é um importante reconhecimento da relevância estratégica do Projeto Potássio Autazes da Brazil Potash”, afirmou Matt Simpson, CEO da Brazil Potash. “O BID possui a escala, o mandato e os relacionamentos com os países que mais importam para um projeto como o nosso. Este é exatamente o tipo de fórum onde a discussão sobre a independência do Brasil em fertilizantes precisa acontecer, e estamos ansiosos para apresentar os argumentos sobre por que a produção doméstica de potássio é essencial — não apenas para o Brasil, mas para a segurança alimentar global, especialmente diante da guerra na Ucrânia e dos fluxos comerciais turbulentos.”
O paradoxo da segurança alimentar do Brasil e a solução de Autazes
O Brasil é uma potência agrícola global, exportando aproximadamente US$ 167 bilhões em produtos agrícolas por ano e detendo as maiores reservas de água doce do mundo, uma das maiores extensões de terras aráveis e um clima que geralmente permite 2,5 ciclos de cultivo por ano. No entanto, apesar dessas extraordinárias vantagens naturais, o Brasil importa mais de 85% de suas necessidades de fertilizantes — incluindo mais de 95% do potássio, nutriente essencial para a produção eficiente de culturas agrícolas — deixando o sistema de produção de alimentos do país perigosamente exposto a disrupções geopolíticas e choques globais de oferta.
“O Brasil alimenta o mundo, mas hoje não consegue se alimentar sem importar os fertilizantes necessários para produzir alimentos de forma eficiente”, disse Matt Simpson. “Esse é o paradoxo da segurança alimentar que estamos resolvendo. O Projeto Autazes da Brazil Potash não é apenas um projeto de mineração, mas um ativo estratégico nacional que enfrenta diretamente a vulnerabilidade agrícola mais crítica do Brasil, ao mesmo tempo em que pode se tornar um quarto grande fornecedor potencial fora de zonas de conflito ou sob sanções, que atualmente respondem por aproximadamente 48% da produção desse mineral crítico.”
Localizado no estado do Amazonas, o Projeto Potássio Autazes, uma vez em operação, deverá produzir inicialmente até 2,2 milhões de toneladas de potássio por ano. A administração acredita que esse volume poderá suprir aproximadamente 17% da demanda atual de potássio do Brasil, além de mitigar cerca de 1,4 milhão de toneladas anuais de emissões de gases de efeito estufa.
Sobre a Brazil Potash
A Brazil Potash (NYSE-American: GRO) (www.brazilpotash.com) está desenvolvendo o Projeto Autazes para fornecer fertilizantes sustentáveis a um dos maiores exportadores agrícolas do mundo. O Brasil é crucial para a segurança alimentar global, pois possui uma das maiores reservas de água doce, terras aráveis e um clima ideal para o cultivo durante todo o ano. No entanto, o país é vulnerável, visto que importou mais de 95% de seu fertilizante potássico em 2021, apesar de possuir o que se prevê ser uma das maiores bacias de potássio inexploradas do mundo em seu próprio território. O potássio produzido será transportado principalmente por meio de barcaças fluviais de baixo custo em um sistema fluvial interior, em parceria com a Amaggi (www.amaggi.com.br), uma das maiores produtoras agrícolas e operadoras logísticas de produtos agrícolas do Brasil. Com uma produção anual inicial planejada de até 2,2 milhões de toneladas de potássio, a administração da Brazil Potash acredita que poderá suprir aproximadamente 20% da demanda atual de potássio no Brasil. A administração prevê que 100% da produção da Brazil Potash será vendida no mercado interno para reduzir a dependência do Brasil em relação às importações de potássio e, simultaneamente, mitigar aproximadamente 1,4 milhão de toneladas por ano de emissões de gases de efeito estufa.
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