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Potássio do Brasil participa do 33º Simpósio Minero Metalúrgico da UFMG

  • Imprensa
  • 26/10/2022
  • 18:43

A Potássio do Brasil confirmou presença na 33º edição do Simpósio Mínero-Metalúrgico, realizado na Escola de Engenharia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), entre os dias 17 e 21 de outubro, com o tema “Contribuições Minéro-Metalúrgicas no Desenvolvimento da Ciência e Sua Aplicabilidade na Indústria”. O geólogo da Potássio no Brasil, Gustavo Kiefer, representou a empresa no evento e palestrou sobre o Projeto Potássio Autazes.

Na oportunidade, onde estavam reunidos líderes do segmento da mineração e metalúrgica, foi possível apresentar todas as atualizações do Projeto Potássio Autazes e a seu impacto regional e nacional, num contexto atual de alta demanda pelo insumo e questões sobre o licenciamento. O momento de apresentação do Projeto Potássio Autazes também foi aberto para discussões técnicas.

O Simpósio Mínero-Metalúrgico é o maior evento organizado pelo Grêmio Mínero-Metalúrgico Louis Ensch, que existe há mais de cinquenta anos e visa aprimorar a formação dos estudantes das áreas de mineração, metalurgia e materiais da UFMG e de outras universidades de Belo Horizonte.

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Conteúdo produzido pela Potássio do Brasil

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O Projeto Aldeia Conectada, desenvolvido pelo Cons O Projeto Aldeia Conectada, desenvolvido pelo Conselho Indígena Mura (CIM) com apoio da Potássio do Brasil, começa a ampliar o acesso à formação por meio da conectividade nas comunidades Mura.

Na última semana, indígenas Mura participaram da primeira aula EAD do curso de informática, acessando o conteúdo diretamente de suas aldeias. Com notebooks e conexão via Starlink, foi possível iniciar a capacitação sem a necessidade de deslocamento até a sede de Autazes.

A iniciativa conta também com a parceria da Prefeitura de Autazes, responsável pelo custeio das mensalidades de acesso à internet.

A primeira aula mostra, na prática, como a conectividade pode ampliar o acesso ao conhecimento e criar novas possibilidades de formação nas próprias comunidades.

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O planejamento das operações do Projeto Potássio A O planejamento das operações do Projeto Potássio Autazes prioriza métodos que buscam reduzir a intervenção na superfície e promover a eficiência no uso de recursos naturais.

Ao utilizar a lavra subterrânea a cerca de 800 metros de profundidade, a operação prevê a disposição de parte dos sais no subsolo, sem a utilização de barragem de rejeitos, além da recirculação de água no processo. 

O Projeto Potássio Autazes foi concebido sob esse modelo: aplicar soluções modernas de engenharia para produzir cloreto de potássio no Amazonas, contribuindo para diversificar a oferta nacional de potássio e fortalecer a segurança de suprimento da agricultura brasileira.

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O presidente da Potássio do Brasil, Sérgio Leite, O presidente da Potássio do Brasil, Sérgio Leite, foi entrevistado pelo programa Mapa da Mina, da CNN, para falar sobre o desenvolvimento do Projeto Potássio Autazes, no Amazonas.

Durante a conversa, Sérgio Leite abordou a fase atual de desenvolvimento do projeto, incluindo a etapa de engenharia, a estruturação financeira e os contratos já firmados para a comercialização e o transporte da futura produção.

A entrevista também abordou a importância de ampliar a produção nacional de potássio diante da forte dependência brasileira das importações desse insumo, além da logística do Projeto e da destinação de sua produção ao mercado brasileiro.

Assista à entrevista completa pelo link na bio.
O Brasil é um dos maiores produtores agrícolas do O Brasil é um dos maiores produtores agrícolas do mundo, mas ainda depende fortemente de importações para atender à sua demanda por potássio. Em um mercado global concentrado e sujeito a tensões geopolíticas, ampliar a produção nacional significa diversificar as fontes de suprimento e fortalecer a resiliência da agricultura brasileira.

Em entrevista ao Valor Econômico, Matt Simpson, CEO da Brazil Potash, abordou o papel estratégico de uma nova fonte doméstica de potássio e temas como financiamento, Profert e logística para o desenvolvimento do Projeto Potássio Autazes.

Segundo Simpson, a produção de Autazes poderá funcionar como um “amortecedor” diante de choques externos, com produção prioritariamente destinada ao mercado brasileiro. A logística também é parte dessa equação, aproveitando o sistema hidroviário para conectar Autazes aos corredores agrícolas do país.

O Projeto Potássio Autazes está sendo desenvolvido para ampliar a oferta nacional e contribuir para diversificar o suprimento de um insumo essencial à agricultura brasileira.

Leia a matéria completa em valor.globo.com ou em nosso site.

#ProjetoPotássioAutazes #PotássioDoBrasil #Potássio #Fertilizantes #SegurançaDeSuprimento
Em 2025, o agronegócio brasileiro alcançou um reco Em 2025, o agronegócio brasileiro alcançou um recorde: US$ 169 bilhões em exportações, o equivalente a 48,5% de tudo o que o país vendeu ao exterior.

Para sustentar essa produção, no entanto, o Brasil importou 14,05 milhões de toneladas de potássio em 2024. Atualmente, cerca de 95% do potássio utilizado na agricultura brasileira vem do exterior, em uma cadeia de suprimentos concentrada em poucos países.

Esses dois números ajudam a explicar um dos grandes desafios da agricultura brasileira: reduzir a dependência externa de um insumo essencial para manter a competitividade do campo.

Com potencial para atender cerca de 20% da demanda nacional de potássio, o Projeto Potássio Autazes foi desenvolvido para ampliar a produção brasileira de potássio e contribuir para uma cadeia de abastecimento mais resiliente e menos dependente das importações.

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A Brazil Potash e a Potássio do Brasil estiveram p A Brazil Potash e a Potássio do Brasil estiveram presentes no XVII Festival da Cultura Indígena Mura (FECIM), em Autazes, acompanhando a programação do evento, que reuniu comunidades Mura em torno de suas manifestações culturais e tradições.

O CEO da Brazil Potash, Matt Simpson, e o diretor de Projetos da Potássio do Brasil, Raphael Bloise, acompanharam a programação e as atividades realizadas durante o festival.

A Potássio do Brasil apoia o FECIM como parte das iniciativas de incentivo à cultura previstas no Plano Bem Viver Mura, programa proposto pelo Conselho Indígena Mura (CIM) e apoiado pela empresa.

#PotássiodoBrasil #FECIM #Autazes #CulturaMura #PlanoBemViverMura
A Potássio do Brasil participou, neste sábado (29) A Potássio do Brasil participou, neste sábado (29), de duas agendas institucionais em Autazes, uma com representantes da gestão municipal e outra com Tuxauas de aldeias vinculadas ao Conselho Indígena Mura (CIM).

Na primeira agenda, o CEO da Brazil Potash, Matt Simpson, acompanhado da equipe da Potássio do Brasil, reuniu-se com o prefeito de Autazes, Thomé Neto. O encontro deu continuidade ao diálogo sobre o Projeto Potássio Autazes e temas de interesse do município.

Em outro momento, Matt e a equipe participaram de um encontro com tuxauas de aldeias vinculadas ao Conselho Indígena Mura (CIM), presidido por Kleber Mura. A agenda também contou com a presença do prefeito Thomé Neto e deu continuidade ao diálogo entre a empresa e o CIM sobre o Projeto Potássio Autazes.

A Potássio do Brasil mantém diálogo contínuo com o poder público municipal, o CIM e diferentes atores locais sobre o desenvolvimento do Projeto Potássio Autazes.
Encerramos nossa participação na EXPOSIBRAM 2026 c Encerramos nossa participação na EXPOSIBRAM 2026 com uma avaliação positiva desta edição, que reuniu 112 mil participantes em Belo Horizonte, um público 30% maior que o registrado em 2024.

Durante a feira, apresentamos o Projeto Potássio Autazes, sua fase atual de desenvolvimento e as próximas etapas previstas. Nosso estande recebeu profissionais e representantes de empresas e instituições, promovendo conversas sobre o projeto, troca de experiências e contato com diferentes soluções e tecnologias relacionadas ao setor mineral. A logística para a atividade mineral também esteve entre os temas discutidos durante o evento.

Levamos ainda um pouco de Autazes à EXPOSIBRAM. Nosso espaço reuniu referências à paisagem e à produção local, obras de artistas Mura e a degustação dos queijos premiados produzidos em Autazes.

A participação foi marcada pelos encontros, pelas experiências compartilhadas e pela oportunidade de ampliar o conhecimento sobre o projeto potássio Autazes junto a diferentes públicos do setor mineral.

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