MANAUS, Brasil, 11 de agosto de 2026 (GLOBE NEWSWIRE) — A Brazil Potash Corp. (NYSE-American: GRO), empresa de produção e desenvolvimento mineral que está implantando o Projeto Potássio Autazes, no Estado do Amazonas, Brasil, anunciou hoje uma série de decisões da Vice-Presidência do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que representam mais um avanço na consolidação da segurança jurídica do Projeto Potássio Autazes.
“Essas decisões reforçam a sólida base jurídica sobre a qual estamos avançando com o Projeto Autazes”, disse Sergio Leite, Presidente da Potássio do Brasil, subsidiária integral da Companhia. “Permanecemos totalmente comprometidos com o desenvolvimento responsável do Projeto Autazes e com a continuidade do engajamento colaborativo com as partes interessadas à medida que avançamos rumo à construção”, acrescentou Leite.
Ao realizar a análise de admissibilidade dos recursos especiais e extraordinários interpostos pelo Ministério Público Federal (MPF), pela Organização de Liderança Indígena Mura de Careiro da Várzea (OLIMCV) e pela Comunidade Indígena do Lago do Soares, o Vice-Presidente concluiu que os recursos não atendem aos requisitos legais para tramitação perante o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF), e os considerou inadmissíveis.
Consequentemente, as decisões proferidas pela 6ª Turma do TRF-1 permanecem em vigor. Essas decisões reconhecem, entre outros pontos, a regularidade do processo de consulta realizado com o povo indígena Mura, a competência do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) para conduzir o licenciamento ambiental do Projeto Autazes e a validade das licenças ambientais concedidas para o Projeto Autazes.
As novas decisões não reexaminaram o mérito das decisões do 6º Painel. Em vez disso, impediram o encaminhamento dos recursos ao STJ e ao STF por falta dos requisitos processuais de admissibilidade, preservando a eficácia das decisões já proferidas pelo Tribunal Regional.
As decisões somam-se a uma série de decisões favoráveis que a Empresa obteve no âmbito do TRF-1 relativamente ao Projeto Autazes, refletindo o facto de os principais litígios jurídicos relacionados com o licenciamento ambiental e o processo de consulta aos povos indígenas terem sido repetidamente revistos e decididos pelo Tribunal Regional.
Medidas processuais previstas na legislação brasileira, como recursos interlocutórios (agravos) contra as decisões de inadmissibilidade, ainda podem estar disponíveis às partes. A Companhia não pode prever se outras medidas processuais serão adotadas ou qual será o seu desfecho. A Companhia, contudo, considera o cenário atual como mais um passo importante para o estabelecimento do status jurídico do Projeto Autazes e a continuidade do seu desenvolvimento.
Sobre o Potássio do Brasil
A Brazil Potash (NYSE-American: GRO) (www.brazilpotash.com) está desenvolvendo o Projeto Autazes para fornecer fertilizantes a um dos maiores exportadores agrícolas do mundo. O Brasil é crucial para a segurança alimentar global, pois possui uma das maiores reservas de água doce, terras aráveis e um clima ideal para o cultivo durante todo o ano. No entanto, o país é vulnerável, visto que importou aproximadamente 97% de seu fertilizante potássico em 2025, apesar de possuir o que se prevê ser uma das maiores bacias de potássio inexploradas do mundo em seu próprio território. O potássio produzido será transportado principalmente por meio de barcaças fluviais de baixo custo em um sistema fluvial interior, em parceria com a Amaggi (www.amaggi.com.br), uma das maiores produtoras agrícolas e operadoras logísticas de produtos agrícolas do Brasil. Com uma produção anual inicial planejada de até 2,4 milhões de toneladas de potássio, a administração da Brazil Potash acredita que poderá suprir aproximadamente 20% da demanda atual de potássio no Brasil. A administração prevê que 100% da produção da Brazil Potash será vendida no mercado interno para reduzir a dependência do Brasil em relação às importações de potássio e, simultaneamente, mitigar aproximadamente 1,4 milhão de toneladas por ano de emissões de gases de efeito estufa.
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